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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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O editorial do Estadão desta terça, 31, discorre sobre a pedra no caminho dos brasileiros. “O temerário passeio de Bolsonaro por Brasília – apenas um dia depois de o ministro Mandetta ter enfatizado a necessidade do rígido isolamento social, pois, do contrário, “vai faltar atendimento para rico e para pobre” – demarcou definitivamente a fronteira que separa o presidente do resto do mundo civilizado. Bolsonaro hoje só governa o território habitado por seus fanáticos devotos.”

Em outro texto, analisa como o corporativismo que viceja em todas as instâncias e setores da administração pública, especialmente a Câmara Municipal de São Paulo, onde um “jabuti” permitiu golpear a Controladoria-Geral. ” Em primeiro lugar, a nova instância não é composta só por membros da corregedoria, mas, também, por secretários municipais, muitos dos quais são políticos profissionais. Por isso, em segundo lugar, o que deveria ser um julgamento técnico, com base no direito administrativo e penal em vigor, acabará sendo uma decisão em que prevalecerão conveniências políticas e partidárias. Como foi aprovado por 31 votos, esse “jabuti” abrirá caminho para que servidores em cargos de chefia na máquina municipal promovam compras sem licitação, por exemplo, com a certeza de que não serão punidos. A consequência inevitável será a desmoralização da Controladoria-Geral do Município.”

Também cita o estudo do Centro de Estudos de Mercado de Capitais (Cemec) da Fipe e da consultoria Economática sobre o impacto da pandemia para as pequenas e médias empresas. “Oitenta por cento dos empregos dependem dessas empresas, lembra VanDyck Silveira. A pandemia, segundo ele, poderia pôr na rua mais 5 milhões, levando a quase 17 milhões o total de desocupados. A taxa seria próxima de 16%. O risco de uma grande piora surge também nas contas do economista-chefe da Genial Investimentos, José Márcio Camargo, professor da PUC-RJ. Se a economia se contrair 3,2%, como em seu cenário básico, o desemprego poderá chegar a 14,3% no fim do ano, em termos dessazonalizados.”

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