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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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O editorial do Estadão nesta quinta, 2, afirma que  o socorro à economia tem de ser mais pronto nesta pandemia. “Sugestões se multiplicam, envolvendo, em alguns casos, medidas já parcialmente adotadas. As autoridades, antes de rejeitá-las, deveriam examinar com cuidado sua viabilidade. As propostas incluem suspensão da cobrança de impostos, maior participação do governo como garantidor de empréstimos e uso de recursos do seguro-desemprego para custear salários. O BC, argumenta-se, também pode fazer mais para garantir uma expansão real do crédito. A direção do BC, é preciso reconhecer, já se mexe, tentando ampliar seu arsenal. Poderia, por exemplo, socorrer mais facilmente as empresas por meio da compra direta de créditos. Mas é preciso apressar essa ampliação.”

Também avalia que para levar a metamorfose de Bolsonaro a sério, é preciso muito boa vontade – ou ingenuidade. “Pode-se acreditar que Bolsonaro, numa incursão pela Estrada de Damasco, tenha tido uma iluminação transcendental e se conscientizado subitamente da gravidade da crise, mas o mais provável é que o presidente, como sempre, só esteja pensando em si mesmo e na preservação de seu capital eleitoral. O ensurdecedor panelaço que acompanhou seu discurso na TV mostra que grande parte dos brasileiros não se deixou tapear.”

Em outro texto, discorre sobre como São Paulo pode liderar o País na superação da crise. “Mas as forças de combate ao vírus já têm suas baixas. Como que a representar todos os profissionais de saúde expostos ao risco, o chefe do Centro de Contingenciamento do Coronavírus, David Uip, foi infectado e está em recuperação. Vale lembrar que o prefeito Bruno Covas está no grupo de risco em razão do tratamento contra o câncer. Ele e o governador João Doria têm sido, além de tudo, protagonistas-chave do cordão sanitário institucional que as autoridades mais responsáveis do País montaram para neutralizar as atitudes contraproducentes, para não dizer flagrantemente nefastas, do presidente Jair Bolsonaro.”

 

 

 

 

 

 

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