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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Editorial do Estadão deste sábado, 4, aborda a desmoralização pública feira pelo presidente Jair Bolsonaro com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Para os que ainda julgavam possível que Bolsonaro, ante a gravidade da crise, enfim tomasse consciência de seu papel e passasse a atuar como chefe de Estado, e não como chefe de bando, deve ter ficado claro de vez que o ex-deputado do baixo clero jamais será o estadista de que o País precisa. Bolsonaro, definitivamente, não é reciclável”.

Também trata sobre a produção de fake news dentro do próprio Palácio do Planalto. “É um verdadeiro escândalo, realizado em plena luz do dia, sem nenhum pudor, esta sequência de campanhas de fake news contra quem os inquilinos do Palácio do Planalto consideram seus inimigos. Muitas vezes, o próprio presidente Bolsonaro compartilha essas mensagens. Diante desse modo de proceder, que afronta o Estado Democrático de Direito, não cabem transigências ou omissões.”

Aponta também para a preocupação pela economia e por vidas emitida em mensagem conjunta do FMI e da OMS. “O conserto da economia e das contas públicas será complicado, mas menos penoso que um congestionamento nas funerárias, como tem ocorrido em outros países. Haverá mais trabalhadores e mais empresas para a retomada do crescimento. A virada poderá até começar já neste ano, se Brasília escapar do contágio da insânia.”

Por fim, trata do desafio da Petrobrás de se ajustar em meio à pandemia do coronavírus. “A política de ajustes da Petrobrás é uma resposta à redução entre 15% e 20% da demanda global de óleo bruto prevista para os próximos meses. Se as estimativas se confirmarem, isso significará um corte de 15 a 20 milhões de b/d num consumo da ordem de 100 milhões de b/d registrado até o início deste ano.”

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