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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Carta a FGV foi a ‘pá de cal’ em nomeação de Decotelli

Equipe BR Político

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Agora ex-ministro da Educação, Carlos Decotelli admitiu que a carta da Fundação Getúlio Vargas, negando que ele tenha sido professor na instituição, foi o que sacramentou sua saída do governo de Jair Bolsonaro. Em entrevista para a CNN Brasil, Decotelli disse que foi a afirmação da FGV que tornou “inviável” sua permanência.

“Essa informação divulgada pela FGV fez com que o presidente me chamasse e dissesse que ‘se até a FGV, onde o senhor trabalha há 40 anos, está negando que você trabalha na FGV, aí é impossível o governo ficar sendo questionado’. O que tornou inviável foi a carta formal da FGV de que eu nunca fui da FGV” disse Decotelli.

A nota da fundação, divulgada nesta terça-feira, 30, que Decotteli “atuou apenas nos cursos de educação continuada, nos programas de formação de executivos e não como professor de qualquer das escolas da Fundação; da mesma forma, não foi pesquisador da FGV, tampouco teve pesquisa financiada pela instituição.”