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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Carta do BR18: Ditadura Maduro vive estertores

Vera Magalhães

A ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela vive seus momentos de maior contestação interna e externa e recorre à violência armada para se segurar no poder. O presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente encarregado do país, e foi imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos, pelo Brasil e outros seis países. Em pronunciamento num dia em que centenas de milhares foram às ruas pedindo sua renúncia ou deposição, Maduro declarou que continuará no cargo e rompeu relações com os EUA.

Em Davos, Jair Bolsonaro e os ministros que o acompanham cancelaram a coletiva oficial à imprensa internacional, com justificativas desencontradas. Como pano de fundo para o “caladão”, o mal estar com a repercussão do caso Flávio Bolsonaro: mais cedo, o presidente declarara que, se o filho tiver errado, terá de pagar. Ele temia que o tema delicado chegasse ao palco do Fórum Econômico Mundial.

Em Davos e Brasília, ruídos no tema reforma da Previdência: Bolsonaro diz que os militares serão incluídos num “segundo momento” e a reforma fica fora da lista de metas dos 100 dia de governo divulgada pela Casa Civil. A análise desses fatos e muito mais aqui!

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