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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Cervejaria contesta laudo da Polícia Civil de MG

Equipe BR Político

A cervejaria Backer contesta o laudo da Polícia Civil de Minas Gerais que suspeita da empresa como responsável pela contaminação de ao menos dez pessoas residentes ou frequentadoras de uma mesma região da capital mineira pela substância tóxica chamada dietilenoglicol. “É importante informar que essas 33 mil garrafas de cerveja foram para várias regiões e somente ali no Bairro Buritis estão acontecendo esses casos. É importante a gente entender isso. A gente quer respostas também, quer analisar e quer que o cliente Backer tenha respostas”, afirmou a diretora de marketing da Backer, Paula Lebbos, uma das proprietárias da cervejaria, neste sábado, 11.

Segundo ele, o líquido usado para a refrigeração dos tanques de fermentação da Backer é composto por outro tipo de substância, o monoetilenoglicol, informa o jornal Estado de Minas. “Esse em questão não tem na fábrica e nem utilizamos. A gente usa o monoetilenoglicol. Ele tem uma toxicidade bem menor”, afirma Sandro Duarte, cervejeiro da Backer. Ontem, o Ministério da Agricultura determinou a intervenção preventiva da cervejaria.

 

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