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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Classes A e B encolhem

Luiza Pollo

Até 900 mil pessoas deixaram de pertencer às classes A e B em 2016, apontam estimativas do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do banco Bradesco. Os números são baseados em dados do IBGE e foram obtidos pelo Valor.

“Mesmo quem conseguiu se recolocar em empregos formais, provavelmente obteve um salário menor do que antes”, disse Cosmo Donato, economista da LCA Consultores. A empresa também fez uma pesquisa paralela e identificou a mesma tendência do Bradesco, mas com número menos expressivo. Pelo levantamento da LCA, foram 441 mil pessoas a deixar as classes A e B.

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