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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Com eleições adiadas, campanhas políticas poderiam ser mais longas

Equipe BR Político

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O debate sobre o adiamento das eleições municipais deste ano nesta segunda, 22, com a possibilidade de primeiro e segundo turnos para 15 de novembro e 20 de dezembro, respectivamente, trouxe a possibilidade, de alguma forma prevista, de prorrogação das campanhas políticas. “Não vemos maior problema, do ponto de vista do TSE, a campanha um pouco mais prolongada”, disse o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso em audiência no Senado hoje.

A Casa legislativa tem prevista a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) de adiamento das eleições na terça-feira, 23, para depois seguir para a Câmara dos Deputados. O calendário das convenções e registro de candidaturas, segundo o ministro, seria mantido: dias 5 e 15 de agosto, respectivamente. Com isso, a propaganda eleitoral começaria em 16 de agosto, inclusive na internet, também sem alteração.

Antes da pandemia, a previsão era de que os comícios poderiam ocorrer até o dia 1º de outubro e a divulgação paga, na imprensa escrita, de propaganda eleitoral e a reprodução, na internet, de jornal impresso com propaganda relativa ao primeiro turno até o dia 2 de outubro. Já a distribuição de santinhos e a realização de carreatas e passeatas poderiam ocorrer até 3 de outubro. O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão passaria a ser veiculado de 28 de agosto a 1º de outubro.

 

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