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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Como previsto, Selic baixa para 4,5%

Equipe BR Político

Conforme adiantado em outubro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, por unanimidade, reduzir a Selic, a taxa básica de juros, de 5% para 4,5% ao ano, informa o Estadão. Este é o quarto corte da taxa no atual ciclo, após período de 16 meses de estabilidade. Com a economia em marcha lenta e a inflação em níveis controlados, a expectativa majoritária do mercado financeiro era de que a Selic passasse por um novo corte.

O centro da meta de inflação perseguida pelo BC este ano é de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 2,75% a 5,75%). Para 2020, a meta é de 4,00%, com margem de 1,5 ponto (de 2,5% a 5,5%). No caso de 2021, a meta é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (2,25% a 5,25%). Já a meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (2,00 a 5,00%).

Levantamento do site MoneYou e da Infinity Asset mostra que o juro real do Brasil, de 0,64%, é agora o 11º maior entre as 40 economias mais relevantes do planeta. No topo do ranking estão o México (3,23%), a Turquia (2,85%) e a Índia (2,54%). A Argentina, que vinha figurando no topo do ranking, caiu para a 37ª posição, com taxa real negativa de 1,95%, após os cortes de juros mais recentes, em meio à corrida eleitoral no país.

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