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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Concursos congelados até reforma administrativa

Vera Magalhães

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A ordem no Ministério da Economia é represar novos concursos públicos enquanto não se decide o impasse sobre o envio da reforma administrativa ao Congresso.

Foi um banho de água fria na equipe de Paulo Guedes a decisão de Jair Bolsonaro de postergar a entrega da medida, considerada vital para um ajuste de longo prazo nas contas públicas.

A avaliação é que, por ora, o atraso no cronograma não impacta o ajuste fiscal, uma vez que a reforma foca apenas nos futuros servidores, mas que não será possível realizar novas contratações enquanto a proposta, que flexibiliza a estabilidade e estipula regras claras para promoções, não for aprovada.

“A sorte é que não há nenhum concurso previsto”, disse ao BRPolítico um auxiliar de Guedes. Para ele, se o atraso no envio da reforma administrativa não superar dois ou três meses não haverá prejuízo irreparável.