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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Contra lavagem de dinheiro, UE tirou de circulação nota com alto valor

Gustavo Zucchi

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A decisão de ter notas de papel-moeda com valores maiores foi rejeitada recentemente pela União Europeia. No ano passado, Alemanha e Áustria tiraram de circulação a nota de 500 euros. Eram os últimos países a ter uma cédula com valor tão alto. A decisão foi tomada em 2016 pelo Conselho do Banco Central Europeu.

Um dos motivos é que cédulas tão altas facilitam “operações desonestas”, como apontou o então ministro das Finanças francês, Michel Sapin. Dentre os crimes que seriam mais combatidos sem a nota alta estão a lavagem de dinheiro e o financiamento ao terrorismo, de acordo com Luis de Guindos, que ocupava o cargo de ministro espanhol das Finanças.

Em terras tupiniquins, o Banco Central anunciou que colocará em circulação uma nota no valor de R$ 200. O motivo alegado pela diretora de Administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, seria a “demanda” da população por mais meios circulantes. Por causa da pandemia, as pessoas estariam atrás de mais cédulas, o que provocou um aumento na demanda das casas impressoras.

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