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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Coronavírus volta a derrubar a Bolsa

Equipe BR Político

O mercado financeiro tem mais um dia tenso enquanto desdobramentos negativos da epidemia de coronavírus continuam a fazer com que os investidores abandonem posições arriscadas, como ações, e busquem ativos considerados mais seguros, por exemplo, títulos do Tesouro dos Estados Unidos, conforme você lê no Estadão. As Bolsas chegaram a desabar de 3% a 4% na Europa e nos Estados Unidos, com contínuas perdas do setor aéreo após a primeira vítima no campo corporativo (a britânica Flybe, que faliu na quinta-feira) e pelo tombo ao redor de 7% do petróleo – em meio a relatos de falta de acordo da Opep para reduzir a produção da commodity.

O impacto no Ibovespa é um pouco mais intenso: a perda chegou a superar 4%, ao nível dos 97 mil pontos, no pior momento do dia, em nível visto a última vez em agosto do ano passado. Às 13h15, o índice da Bolsa brasileira caía 3,77%, chegando aos 98.376,50 pontos.

Bolsa de Valores de Sao Paulo

Bolsa de Valores de Sao Paulo Foto: Daniel Teixeira/Estadão

O dólar caía no começa da tarde, em ajuste pela alta observada de manhã, quando registrou máxima a R$ 4,6715, mesmo após a intervenção do Banco Central, com leilão de US$ 2 bilhões. Às 13h15, a moeda americana era cotada a R$ 4,6360, com queda de 0,33%.

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