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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Cotado para presidir a Funai já perseguiu índio

Equipe BR Político

Um delegado da Polícia Federal que atuava como assessor da CPI da Funai e do Incra é o cotado para assumir a presidência da Fundação Nacional do Índio. O colegiado, sob forte influência do delegado, pediu o indiciamento de vários indigenistas e antropólogos, inclusive de gente morta, em 2017, ano que em esse delegado pediu à Polícia Federal que tomasse “providências persecutórias” contra indígenas e ONGs no Mato Grosso do Sul envolvidas em litígios por ocuparem terras demandas pelos povos guarani e caiová, como lembra o Estadão. Seu nome é Marcelo Augusto Xavier, que ocupará o lugar de Franklimberg Ribeiro de Freitas, saído da Funai após divergências com outro nome bem conhecido dos ruralistas, Luiz Antonio Nabhan Garcia, que é secretário de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura e um dos fundadores da União Democrática Ruralista (UDR).

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