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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

CPI das fake news avança na Alesp e pede material do Facebook

Equipe BR Político

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Na esteira da ação do Facebook que derrubou uma rede de fake news e perfis falsos ligada gabinetes do presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, e aliados na última quarta, 8, a comissão que investiga a divulgação de fake news durante a campanha eleitoral de 2018 na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), começou a andar e teve seu plano de trabalho aprovado nesta sexta-feira, 10, já com um pedido solicitando ao Facebook o conteúdo das contas tiradas do ar na quarta. A solicitação foi feita pelo deputado estadual Paulo Fiorillo (PT-SP). Na quinta, também o presidente da CPMI das Fake News, senador Angelo Coronel (PSD-BA), solicitando à plataforma o conteúdo e dados das contas tiradas do ar. Nomeada CPI das Fake News, a comissão, que foi aprovada no início de 2019, teve sua primeira reunião na semana passada.

Reunião remota da CPI nesta sexta-feira, 10 Foto: Reprodução

A ação da rede social atingiu o servidor da Alesp no gabinete do deputado Coronel Nishikawa (PSL), Jonathan Willian Benetti, apontado como um dos operadores da rede. Na Alesp, outros dois deputados são investigados no inquérito das fake news do Supremo Tribunal Federal e foram alvo de busca e apreensão pela Polícia Federal no âmbito do inquérito: Gil Diniz (PSL) e Douglas Garcia (PSL). Ambos foram afastados da Casa no dia 30.

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