Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

CPMI das fake news: Convocados querem direito de não falar

Equipe BR Político

Com a batalha entre governo e oposição que toma conta da CPMI das fake news, o Planalto estuda ir à Justiça para conseguir que os convocados tenham o direito de não abrirem o bico perante os parlamentares. Segundo o Estadão, os intimados também estão sendo orientados por auxiliares do presidente Jair Bolsonaro quanto ao conteúdo de seus depoimentos.

Os convocados – ou seja, aqueles que não podem se recusar a comparecer – incluem os assessores do chamado “gabinete do ódio”, responsáveis pelas redes sociais do presidente: Tércio Arnaud Tomaz, José Matheus Sales Gomes, e Mateus Diniz. Também foram convocados o secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten, e o assessor especial da Presidência, Filipe G. Martins.

Há também convidados – aqueles que podem se recusar a comparecer – que preocupam o governo. Como você leu aqui no BRP, o primeiro deles é o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), que deverá prestar seu depoimento perante o colegiado na próxima quarta-feira, 30.