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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Cresce ‘bancada da escolta’ no Congresso

Equipe BR Político

Opositoras na Câmara, as deputadas Carla Zambelli (PSL-SP) e Talíria Petrone (PSOL-RJ) fazem parte de uma mesma bancada que vem crescendo no Congresso nesta Legislatura: a dos parlamentares escoltados. Por terem sofrido ameaças – inclusive de morte –, elas e outros cinco deputados andam protegidos pela Polícia Legislativa Federal. No ano passado, havia apenas um deputado ameaçado – Jean Wyllys (PSOL-RJ). Por se sentir perseguido e inseguro, ele renunciou ao mandato para o qual foi reeleito e deixou o País antes da posse.

Além de Zambelli e Talíria, os outros parlamentares que foram alvo de ameaças e pediram proteção são Marcelo Freixo (PSOL-RJ), jurado por milicianos desde que presidiu uma CPI das Milícias na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, em 2009; a líder do governo na Câmara, Joice Hasselmann (PSL-SP); e Alê Silva (PSL-MG). No Senado, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) também goza do benefício. Além dele, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), possui segurança semelhante à de Maia, feita pela Polícia do Senado. Questionado, o Senado não respondeu se há outros casos, informou o Estadão.

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