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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

‘Crescimento sustentável é lento e gradual’

Equipe BR Político

A agenda de privatizações proposta pelo governo federal é vista com animação pelo presidente do banco de investimento Morgan Stanley no Brasil, Alessandro Zema. Isso, é claro, no longo prazo. Porque, por ora, enquanto o mercado estima alta do PIB de 2,2% em 2020, o Morgan vê crescimento de 1,7%.

“Os investidores estão preocupados com assuntos macroeconômicos e a perspectiva de bons fundamentos para o Brasil não escapa de sua atenção. O que faria eles virem mais para o Brasil? Mais crescimento do PIB”, aponta. Segundo ele, a recuperação econômica será “lenta” e “gradual”. “Mas vai ser sustentável, diferente de outras oportunidades do nosso passado recente, quando a gente teve um pico de crescimento e custou muito mais depois”, disse, em entrevista ao Estadão.

Para ele, a agenda macroeconômica está correta e o País tem a maior agenda de privatizações do mundo, o que cria a perspectiva atraente. “O governo está dizendo que está saindo de 135 empresas estatais para 12, até 2022. Aliado a isso, há programas de concessões, leilões de pré-sal e cessão onerosa. Estamos falando de um volume de recursos, que pode chegar a R$ 1 trilhão vindo para o Brasil”, disse.

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