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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Crivella diz que operação que apreendeu seu celular foi ‘estranha’

Equipe BR Político

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O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), afirmou considerar “estranha” a operação de busca realizada em sua casa nesta quinta-feira, 10, no âmbito de uma investigação do Ministério Público do Rio sobre um suposto esquema de pagamento de propinas para viabilizar contratos e pagamentos na prefeitura da capital fluminense. O prefeito ainda mencionou o fato de a ação ocorrer em período eleitoral.

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivell

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella Foto: Gabriela Biló/Estadão

“Semana passada, o meu advogado, o Dr. Alberto Sampaio, esteve com o sub-procurador do Ministério Público Estadual, o Dr. Ricardo Martins, colocando à disposição os meus sigilos bancário, telefônico e fiscal por conta de denúncias publicadas na imprensa. Portanto, foi estranha a operação realizada hoje na minha casa, considerando ainda que estamos em período eleitoral”, afirmou em nota. 

As buscas da investigação de um “QG da propina” na prefeitura ocorreram também no Palácio da Cidade, de onde Crivella despacha, e apreenderam um celular do político. Ele afirmou que “viu respeito e integridade no procurador, no delegado e no oficial de justiça” e que “nada foi encontrado.” “Considero essa ação injustificada, já que sequer existe denúncia formal e eu não sou réu nesta ou em qualquer outra ação”, defendeu.

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