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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Da Vera: A prioridade não era a Educação básica?

Vera Magalhães

Está difícil de acompanhar a sucessão de notícias no Ministério da Educação. Depois de anunciar que não avaliaria mais a alfabetização de crianças no 2.º ano do Ensino Fundamental, ainda na gestão do não saudoso Vélez Rodríguez, e voltar atrás, agora a pasta anuncia um meio termo: fará a prova, mas apenas por amostragem.

Essa avaliação está prevista desde 2017, com a aprovação da Base Nacional Comum Curricular. Já deixou de ser feita em 2018, justamente para que o MEC tivesse tempo de se adequar à mudança do 3.º para o 2.º ano. Se o ministro Abraham Weintraub justifica os cortes de verbas para o ensino superior pela necessidade – consignada no programa de governo de Jair Bolsonaro – de dar toda a ênfase à Educação Básica, qual a justificativa para fazer a prova por amostragem? Uma só: o MEC perdeu quatro meses envolto em polêmicas estéreis e não se preparou para a prova, como anunciei que aconteceria aqui no BR18 e na minha coluna no Estadão desde fevereiro. / Vera Magalhães

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