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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

De tirar o sono

Vera Magalhães

Mesmo diante da imprevisibilidade do resultado das eleições de outubro, alguns prognósticos vão se tornando possíveis à medida que a linha do tempo avança. William Waack traça alguns em sua coluna desta quinta-feira no Estadão: a renovação política não será na proporção desejada pelo eleitor, corrupção e segurança devem dominar a pauta eleitoral e fatores tradicionais de decisão de eleições, como tempo de TV, serão postos em xeque.

Depois de prever que a insegurança jurídica e a dificuldade de compor maioria no Congresso vão perdurar qualquer que seja o eleito, ele conclui: “Ficarei grato, dormirei melhor e feliz, se os fatos me desmentirem”.