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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Desastre expõe batalha por mais rigor na lei

Equipe BR Político

Desde o rompimento da barragem de Mariana, em 2015, que deixou 19 mortos, especialistas em meio ambiente de Minas Gerais batalham pela aprovação de uma lei específica para barragens que seja mais rígida no que diz respeito a segurança. “São três pontos principais pelos quais lutamos e que já deveriam ter sido alterados. O primeiro deles é que as barragens devem ficar a pelo menos dez quilômetros de distância de qualquer comunidade; o segundo é a existência de uma caução ou seguro para arcar com eventuais danos ou impactos e, ainda, uma nova tecnologia de disposição de rejeitos, a seco”, disse Leonardo Ivo, presidente da Associação dos Observadores do Meio Ambiente de Minas Gerais, a Roberta Jansen, do Estadão.

Nesta sexta, 25, a barragem da Vale do Córrego do Feijão, em Brumadinho, se rompeu. Os prejuízos humanos, ambientais e sociais ainda não foram calculados.

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