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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Destaques do dia: Onde está Fabrício? E Battisti?

Alexandra Martins

Pela segunda vez na semana, o Ministério Público no Rio não conseguiu ouvir o ex-assessor de Flávio Bolsonaro sobre suas movimentações bancárias atípicas. Fabrício Queiroz não compareceu na oitiva, alegando questões de saúde. A nova data do depoimento não foi divulgada, mas, no dia 10, o MP sugere que a Assembleia Legislativa do Rio ouça o filho do presidente para prestar esclarecimentos acerca dos fatos.

Na tentativa de avançar nas investigações do atentado sofrido pelo presidente eleito em setembro em Juiz de Fora (MG), a Polícia Federal fez buscas de manhã no escritório e na residência do advogado Zanone Manoel de Oliveira Júnior, que defende o autor confesso do crime, Adélio Bispo de Oliveira.

Já na madrugada, o futuro chanceler Ernesto Araújo anunciou pelo Twitter a criação de um departamento do Agronegócio no Itamaraty, com críticas à política externa dos governos petistas e promessas de um futuro próspero ao setor. Para ele, o Itamaraty foi a casa do MST e, agora estará à disposição do produtor. O conteúdo das mensagens foi criticado pelo vice-presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Pedro de Camargo Neto, que está mais curioso em saber se o Brasil vai ou não transferir a embaixada de Israel para Jerusalém.

No plano das promessas, Osmar Terra, futuro ministro da Cidadania, tem conversado com Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de limitar o horário de venda de bebida alcoólica no País na tentativa de reduzir a violência.

A realidade é que não ficou claro o que Pezão, governador do Rio, fazia na prisão com 70 euros, 36 dólares, 6.0000 pesos colombianos e 25 yinhang. Nem tampouco se a Polícia Federal tem pistas concretas sobre o paradeiro de Cesare Battisti após 32 operações policiais de caça do ex-ativista italiano foragido já há uma semana. Fique com o BR18.