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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

‘Dízimo elétrico’ custaria ‘insignificantes’ R$ 30 mi, diz Albuquerque

Equipe BR Político

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse à agência Reuters na sexta, 9, que o subsídio que o governo estuda oferecer a templos religiosos de grande porte, como os evangélicos, custará ao governo R$ 30 milhões por ano. A soma dos benefícios embutidos na chamada Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e repassados para todos os consumidores atingiu R$ 22 bilhões neste ano e tem sido alvo de preocupação do governo.

“Analisamos isso no âmbito do Ministério de Minas e Energia para verificar o quanto isso poderia impactar na CDE e verificou-se que, em termos de valores, são valores quase que insignificantes. Valor da ordem anual de 30 milhões de reais, numa conta de 22 bilhões, praticamente mínimo”, afirmou o ministro em entrevista à Reuters. Não é esse o raciocínio do Ministério da Economia, que se colocou contra a medida, conforme o Estadão. A edição de um decreto para permitir o benefício já foi declarada inconstitucional pelo TCU. O subsídio vem sendo chamado de “dízimo elétrico”.

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