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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Do Marcelo: ‘No money, no love’

Marcelo de Moraes

Dirigentes dos principais bancos do País já ouviram de líderes do Congresso e de integrantes do governo que precisam adotar algum tipo de medida que contribua para a recuperação da economia. Os bancos não estão refratários a isso. A questão é que ainda não há consenso sobre quais medidas poderão ser tomadas. Há conversas sobre crédito e juros de cheque especial, entre outros pontos. Nada fechado, porém.

Mas o recado dado é que se os bancos não tomarem logo a liderança nesse processo, o Congresso poderá puxar a iniciativa. Desde que as doações de empresas para campanhas se tornaram proibidas pela legislação eleitoral, os bancos perderam parte da força que tinham entre os políticos. E, como cita um dos líderes que defende a iniciativa, “no money, no love (sem dinheiro, sem amor)”. /Marcelo de Moraes

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