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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Dona de navio grego nega envolvimento em mancha no Nordeste

Equipe BR Político

As investigações sobre a responsabilidade pela contaminação do litoral brasileiro com óleo se embaraçam cada vez mais desde que a principal suspeita do governo brasileiro, a Delta Tankers, nega peremptoriamente culpabilidade e pesquisadores já declararam que a mancha tóxica foi vista dias antes da passagem da embarcação grega pelas proximidades do Brasil. Segundo investigação da própria Delta, “câmeras, dados e gravações” teriam mostrado que “não há evidências de vazamento, transferência de navio para navio, derramamento, perda (de carga), ou atraso de Bouboulina”, afirmou a empresa em referência a um de seus navios.

A empresa destaca uma carta das autoridades brasileiras enviada ao Ministério da Marinha Mercante da Grécia pedindo que não só ela, mas outras três empresas marítimas gregas forneçam documentos que contribuam para a investigação realizada sobre o enorme vazamento de óleo. São elas: Marani, dos navios Maran Apollo e Maran Libra; Euromav, proprietária do Cap Pembroke; Minerva, dona do Minerva Alexandra; além da Delta Tankers, dona do Bouboulina.

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