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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

E agora, Bruno Covas?

Vera Magalhães

O prefeito da capital paulista, Bruno Covas, ainda não se manifestou sobre a decisão do PSDB nacional de manter em seus quadros o deputado federal Aécio Neves, réu por corrupção e investigado em outras ações que correm em várias instâncias. Escrevi a respeito das consequências da derrota acachapante do grupo do governador João Doria aqui no BRP ainda ontem, quando o placar de 30 a 4 não deixava os tucanos dormirem.

Mas para Covas há um componente adicional: em julho, o prefeito, que deve disputar uma acirrada reeleição no ano que vem, prometeu que deixaria a sigla caso Aécio não fosse expulso. “Ou ele ou eu”, disse Covas de forma dramática, no dia 10 de julho, enquanto acompanhava o vice-governador Rodrigo Garcia em uma entrega de trens da CPTM. “Já [me] manifestei diversas vezes no sentido da expulsão do deputado Aécio Neves do partido. Recentemente, o diretório municipal aqui da capital [São Paulo] também enviou oficio à direção nacional do partido, solicitando que fosse aberto um processo dentro do conselho de ética do PSDB. E, se o diretório do PSDB de Belo Horizonte quer a minha expulsão essa, é uma boa decisão então que fica agora para o PSDB nacional: ou eu ou Aécio Neves no partido”, disse o prefeito. E agora, Covas?

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