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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

E se fosse com o Flávio, presidente?

Equipe BR Político

A editora do BR18 e colunista do Estadão, Vera Magalhães, pergunta em sua coluna no jornal deste domingo, 16: se o juiz que apreciará o envolvimento de Flávio Bolsonaro com as movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz tivesse a mesma atitude com os procuradores do caso, como Jair Bolsonaro reagiria? “Desfulanizar é essencial para todos os que querem fazer uma análise honesta intelectualmente deste que é o caso mais complexo jurídica, ética e politicamente posto diante do Brasil desde que a Lava Jato surgiu como uma operação policial e rapidamente foi elevada a categoria política, sendo fundamental inclusive para levar ao cenário que resultou na eleição do próprio Bolsonaro”, escreve.

“Portanto, seria bom que eles, bom estrategistas que são, entendessem que dificilmente vai colar o mantra “não há nada de ilegal ali” que entoam, com diferentes ênfases, desde domingo. Algum tipo de capitulação e pedido de desculpas terão de fazer, uma tentativa de separar o joio das maquinações do trigo das importantes revelações, provas, condenações e ressarcimento de valores que, graças ao seu trabalho inovador e corajoso, a Lava Jato legou ao País. “

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