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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Eduardo não quer PSL, mas não larga o osso

Gustavo Zucchi

Eduardo Bolsonaro está atirando em todas as frentes no PSL. Ao mesmo tempo que o filho do presidente tenta tirar seus aliados da sigla sem perder os mandatos, ele articula suas idas e vindas na liderança da legenda na Câmara. A última foi o anúncio de um movimento dentro do PSL chamado Frente Brasil Acima de Tudo, que unirá deputados federais e estaduais que não estão de acordo com a presidência de Luciano Bivar. Um “partido dentro do partido”.

Enquanto joga dentro da sigla, Eduardo e seus aliados entraram na Justiça pedindo uma espécie de “justa causa” para deixar o PSL, alegando perseguição política. Na própria coletiva concedida nesta terça-feira para falar da frente, o atual líder da legenda disse que seu objetivo para 2020 é “viajar pelo Brasil” e não articular os interesses partidários no Congresso. Mais: confirmou que seus aliados no recém-lançado movimento podem ir para siglas de aluguel para disputar as eleições de 2020. Em resumo: Eduardo não quer mais o PSL, mas não vai largar o osso.

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