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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Educador ‘desconvidado’ está ‘à disposição da causa’

Equipe BR Político

O educador Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna, foi “desconvidado” para chefiar o Ministério da Educação por causa da forte resistência da bancada evangélica após o anúncio de seu nome para o cargo. Passada aquela tempestade, outra se formaria na sequência, com a iminência de queda do atual titular do MEC. Sobre a crise, Ramos deu indicação de que até aceitaria substituir Ricardo Vélez Rodríguez, mas desde que empoderado.

“Cem dias se passaram, e muita coisa mudou. Em primeiro lugar, estou à disposição da causa. Inclusive procurei o ministro em janeiro para me colocar à disposição para ajudá-lo. Fui a Brasília. Falei como poderíamos enfrentar determinados problemas e quais eram os desafios. Ele me ouviu mais do que falou. Acho importante assumir qual é o caminho que tem que ser seguido, qual é a orientação estratégica. Não faz sentido aceitar qualquer cargo se não se tem a clareza da autonomia para tocar uma pasta tão complexa quanto a da Educação”, disse ele ao jornal O Globo.

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