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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Efeitos da queda de juros

Equipe BR Político

A queda na taxa Selic, que na quarta-feira, 30, registrou novo piso histórico e chegou na casa de 5,0% ao ano, é uma boa notícia para o mercado de crédito, mas nada animadora para os investimentos de renda fixa, como as cadernetas de poupança, informou o Estadão.

O grande impacto da nova redução, contudo, mora no custo da dívida pública, que chegou a ser de quase 9% do PIB nos 12 meses terminados em janeiro de 2016. Agora, está indo para abaixo de 5%. Se estivesse pagando o custo daquele período, a despesa extra seria de quase R$ 300 bilhões por ano. Essa redução leva a uma diminuição do déficit nominal e facilitará o ajuste nas contas públicas, porque a economia necessária para se estabilizar a dívida será menor, de acordo com a colunista Míriam Leitão, no Globo.

E não deve parar por aí, no comunicado da redução, o Banco Central indicou que haverá uma nova redução de meio ponto, na próxima reunião, em dezembro, caso as condições das economias brasileira e internacional permaneçam sem mudanças.

De acordo com economistas, no entanto, os juros baixos não são garantia de recuperação da economia e que o País. As reformas, neste cenário, ainda são fundamentais.

 

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