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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

‘Eleição está longe de terminar’, diz Trump

Alexandra Martins

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Pouco após a vitória de Joe Biden na eleição presidencial ser projetada pela imprensa dos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou, por meio de nota, que “esta eleição está longe de chegar ao fim”. “A partir de segunda-feira, nossa campanha vai começar a processar nosso caso no tribunal para assegurar que as leis sejam plenamente aplicadas e o legítimo vencedor ocupe o cargo”, afirmou. Na sequência, ele foi para a Virgínia, onde se deixou fotografar em um campo de golfe, como se nada estivesse acontecendo, mas agora no final da tarde retornou à Casa Branca.

“Todos nós sabemos por que Joe Biden está se apressando em fingir que é o vencedor e por que seus aliados da mídia estão se esforçando tanto para ajudá-lo: eles não querem que a verdade seja exposta, o simples fato é que essa eleição está longe de terminar. 

Joe Biden não foi certificado como vencedor de nenhum Estado, muito menos de Estados altamente contestados para recontagens ou Estados onde nossa campanha tem desafios legais válidos e legítimos que poderiam determinar o vencedor final. Na Pensilvânia, por exemplo, nossos observadores legais não tiveram acesso significativo para assistir aos processos e à contagem. Os votos legais decidem quem é o presidente, não a mídia. 

A partir de segunda-feira, nossa campanha começará a processar nosso caso no tribunal para garantir que as leis eleitorais sejam totalmente mantidas e o vencedor legítimo ocupe o cargo. O povo americano tem direito a uma eleição honesta, isso significa contar todas as cédulas legais e não contar nenhuma cédula ilegal. Esta é a única maneira de garantir que o público tenha plena confiança em nossa eleição. continua sendo chocante que a campanha de Biden se recuse a concordar com esse principio básico e queira que as cédulas sejam contadas mesmo que sejam fraudulenta, fabricadas ou lançadas por eleitores inelegíveis ou falecidos. Apenas uma parte envolvida em irregularidades manteria ilegalmente os observadores fora da sala de contagem”. 

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