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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Em busca de consenso sobre uso de fundo para Amazônia

Equipe BR Político

Ao deixar a reunião no STF sobre o uso do fundo da Lava Jato em ações para a Amazônia, o governador do Amapá, Waldez Góes, disse nesta quarta-feira, 28, que o ministro Alexandre de Moraes tentará chegar a um consenso sobre as propostas enviadas nos últimos dias pelo Congresso, Advocacia-Geral da União (AGU) e Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo o governador, se não houver consenso, Moraes sinalizou que levará o tema ao plenário do STF.  Além de ter se reunido com Goés, o governador de Roraima, Antonio Denarium, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), Moraes deve se encontrar agora com representantes da PGR, AGU, Ministério da Economia, Secretaria de Governo e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para tratar do tema.

Segundo o governador do Amapá, a proposta conjunta da Câmara e do Senado é que R$ 1 bilhão, dos R$ 2,5 bilhões do fundo, seja direcionando as questões ambientais. Parte dele, R$ 400 milhões, iria para os Estados da Amazônia Legal, e outros R$ 600 bilhões ao governo – R$ 200 milhões para o ministério do Meio Ambiente e R$ 400 milhões para ações na Amazônia, explicou Góes. “Valor que solicitamos para Estados da Amazônia Legal é de R$ 400 milhões”, também disse Denarium ao sair da reunião. A discussão sobre a possibilidade de parte do fundo ser destinado ao combate das queimadas surgiu na semana passada, após a Mesa Diretora da Câmara solicitar ao STF. Em seguida, vieram manifestações da PGR e AGU, de acordo com o Broadcast Político.

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