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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Entidade diz que EUA serão prejudicados com elevação de tarifas

Equipe BR Político

O Instituto Aço Brasil, entidade que reúne empresas produtoras de aço, classificou a retomada dos EUA de tarifar o aço e alumínio do Brasil e da Argentina como uma “retaliação” e afirmou que o governo brasileiro não age “no sentido de desvalorizar artificialmente o real”, ao contrário da acusação feita nesta segunda, 2, pelo presidente Donald Trump. A nota do instituto também declara que a decisão do norte-americano “acaba por prejudicar a própria indústria produtora do aço americana, que necessita dos semiacabados exportados pelo Brasil para poder operar as suas usinas”.

Íntegra da nota do Instituto Aço Brasil:

O Instituto Aço Brasil recebe com perplexidade a decisão anunciada hoje (02) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de restaurar as tarifas de importação de aço e alumínio provenientes do Brasil e da Argentina, sob o argumento de que estes países têm liderado uma desvalorização maciça de suas moedas, e que isso não é bom para os agricultores dos EUA.

O Instituto Aço Brasil reforça que o câmbio no País é livre, não havendo por parte do governo qualquer iniciativa no sentido de desvalorizar artificialmente o Real e a decisão de taxar o aço brasileiro como forma de “compensar” o agricultor americano é uma retaliação ao Brasil, que não condiz com as relações de parceria entre os dois países. Por último, tal decisão acaba por prejudicar a própria indústria produtora de aço americana, que necessita dos semiacabados exportados pelo Brasil para poder operar as suas usinas.

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