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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Entidades criticam fala de Weintraub sobre vídeo em aula

Equipe BR Político

A Associação dos Docentes da Universidade Federal de São Paulo (Adunifesp), a Federação dos Professores do Estado de São Paulo (FEPESP) e o Sindicato dos Professores de São Paulo (SINPRO-SP) reagiram nesta segunda, 29, contra a declaração do ministro da Educação, Abraham Weintraub, de que é “direito do aluno” filmar professores em sala de aula, informa o Broadcast Político. O titular da pasta fez a afirmação depois que o presidente da República postou em rede social, no final de semana, o vídeo de uma secretária do PSL expondo uma professora que chamou Olavo de Carvalho de “anta”.

A Adunifesp, que representa docentes de onde o ministro lecionava, considerou as afirmações “inadmissíveis”. “Suas declarações não nos representam enquanto docentes da Unifesp”. O presidente da FEPESP, Celso Napolitano, afirmou que “considera como assédio qualquer tentativa de cerceamento da liberdade de cátedra – especialmente com a tentativa de estimular a gravação e veiculação de aulas”. Para a diretora do SINPRO-SP, Sílvia Barbara, o incentivo à gravação de aulas com o objetivo de expor o professor “é uma atitude que incentiva o ódio e o denuncismo em sala de aula”.

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