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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Entidades pedem celeridade da Justiça contra fake news

Equipe BR Político

Entidades que participaram da reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) nesta tarde de segunda, 1, na Câmara, defenderam maior celeridade da Justiça na investigação de propagações de notícias falsas. Para a jornalista Beatriz Barbosa, do Coletivo Intervozes, “é preciso que a Justiça julgue com mais celeridade, para desestimular que a prática continue, e escalonar a responsabilidade, de quem produz e de quem financia”. Ela alertou sobre os riscos à sociedade quando políticos classificam de “fake news” conteúdo jornalístico desfavorável a eles.

Para Cristiano Flores, representante da Associação Brasileira Emissora de Rádio e TV (Abert), é preciso “responsabilizar as empresas de tecnologia como se fossem de mídia, porque há monetização de seus espaços com os anúncios, há um público anunciante, e eles não seguem as mesmas regras das demais emissoras”, informa a Câmara. Representantes do Google, Facebook e Twitter defenderam o compromisso das empresas no combate à propagação das notícias falsas. A Google Brasil, por exemplo, eliminou “6 milhões de anúncios ruins por dia em 2018”, segundo Juliana Nolasco.

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