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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

‘Erro estratégico’, diz secretário sobre mudanças na Saúde

Equipe BR Político

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Quase um mês após registrar a primeira morte pelo novo coronavírus no Estado, o governador de São Paulo, João Doria, anunciou nesta quarta, 15, a distribuição de 4 milhões de cestas básicas em quatro meses, uma a cada mês, até julho, para atender a população mais pobre em São Paulo, estimada em 4 milhões de pessoas. Segundo ele, a medida custou R$ 110,4 milhões aos cofres estaduais, com apoio do setor privado. A prioridade na distribuição será a capital, mas também cidades com mais de 200 mil habitantes.

O secretário de Estado de Saúde de São Paulo, José Henrique Germann, na coletiva desta quarta

O secretário de Estado de Saúde de São Paulo, José Henrique Germann, na coletiva desta quarta Foto: Reprodução/Governo SP

Na coletiva desta tarde, o secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann, afirmou que o Estado pode atingir o limite da capacidade de leitos de UTI ocupados em maio e, numa segunda reserva, no final de julho. Segundo ele, o pedido de demissão do secretários de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde reflete um “erro estratégico” do governo do presidente Jair Bolsonaro, uma vez que, de acordo com Germann, a equipe do ministro Luiz Henrique Mandetta, que também avisou hoje a sua equipe que deve ser demitido, conduz um trabalho colaborativo com os governadores.