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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Especialistas avaliam participação do Brasil na COP-25

Cassia Miranda

Com dois dias de atraso, terminou no domingo, 15, a 25ª Conferência do Clima das Nações Unidas, em Madri. Pelos poucos compromissos alcançados, o clima foi de frustração. Especialistas brasileiros que estiveram na COP elencaram para o G1 cinco pontos positivos e cinco negativos da participação do Brasil na conferência.

Positivamente, eles citaram a existência do “Brazil Climate Action Hub”; a presença de parlamentares e governos estaduais da Amazônia; além da presença da sociedade civil e cientistas; o protagonismo indígena; e a participação de diplomatas brasileiros nas negociações.

Entre os pontos negativos estão: perda de protagonismo do Brasil; fechamento ao credenciamento da sociedade civil; isolamento do País em pontos polêmicos; Prêmio “Fóssil Colossal“; e o isolamento nas negociações.

A avaliação geral é de que a COP não conseguiu resolver boa parte do que prometeu. Tanto é, que os quase 200 países participantes concordaram em apresentar “compromissos mais ambiciosos” para reduzir as emissões de gases poluentes, mas os detalhes sobre como isso será feito serão acertados somente na próxima cúpula, em novembro de 2020, em Glasgow, na Escócia.

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