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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Estados unidos em consórcios

Equipe BR Político

Na esperança de que “juntos somos mais fortes”, nos primeiros três meses do governo Jair Bolsonaro, 24 dos 26 Estados se organizaram em torno de três novos grupos com atuação regional. Até então, havia apenas uma entidade deste tipo, o consórcio Brasil Central, criado em 2015 pelos Estados da região Centro-Oeste, com a adesão do Distrito Federal. Essa união em consórcio foi o caminho encontrado para tentar enfrentar a prolongada crise econômica que arrasta a maioria dos Estados para a situação de calamidade fiscal. Por meio da ferramenta, os governadores esperam aumentar o poder de negociação com o governo federal, além de reduzir preços de fornecedores e otimizar a gestão de elementos de interesse comum, segundo o Estadão.

A depender dos resultados, porém, esse esforço pode chegar mais longe e passar pela discussão do pacto federativo. “O objetivo é criar um novo equilíbrio entre os entes federativos”, disse o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), um entusiasta do modelo. Devido às suas peculiaridades geográficas, o Maranhão foi convidado a participar do consórcio Brasil Central, formado em 2015 por Estados da região Centro-Oeste mais Rondônia. Além disso, o Maranhão também integra o consórcio da Amazônia Legal e o do Nordeste, ambos criados em fevereiro deste ano, assim como o de Integração Sul Sudeste.

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