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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Estrago social podia ser pior

Vera Magalhães

Diante da severa recessão que o Brasil viveu, o aumento da pobreza registrado entre 2016 e 2017 foi “surpreendentemente pequeno”. A avaliação é do economista Ricardo Paes de Barros, um dos maiores especialistas em desigualdade e renda no País, em entrevista à Folha. “Diante de uma crise dessa magnitude, você ter menos de um ponto percentual de aumento da pobreza é algo para um país celebrar”, disse ele, que é economista-chefe do Instituto Ayrton Senna e professor do Insper. O IBGE divulgou na semana passada que o contingente de pobres no Brasil passou de 25,7% para 26,5% da população entre 2016 e 2017. Os brasileiros abaixo da linha da extrema pobreza eram 6,6% e passaram a ser 7,4%.

 

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