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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Estudo traz alerta sobre retrocesso ambiental

Equipe BR Político

Estudo da Conservation International, organização de pesquisa ambiental, publicado na quinta, 30, na revista Science, mostrou que um território do tamanho da Espanha (500 mil km²) deixou de ser área protegida na região dos países amazônicos em função de recategorização, redução de tamanho e extinção do status de proteção. O foco do estudo foram as áreas de preservação dos Estados Unidos e países amazônicos. No Brasil, 4% das áreas protegidas foram afetadas por medidas governamentais, com “48% dos eventos decretados ou propostos entre 2010 e 2017, fundamentalmente para autorizar barragens de hidrelétricas”. Enquanto nos países vizinhos os atos se concentraram na rebaixamento do status de proteção, a canetada que predominou no Brasil foi para reduzir os limites das áreas de proteção.

Os autores concluem que, “como líderes globais em conservação”, os governos dos EUA e Brasil deveriam “acelerar” as pesquisas na área e apoiar “políticas baseadas em evidências” a fim de evitar que as decisões recentes dos dois países “corroam” o cinturão de proteção ambiental, além de “encorajar” outros países a fazerem o mesmo.

 

 

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