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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Falação de generais da reserva

Equipe BR Político

Autor de volumes de livros sobre a ditadura, o colunista Elio Gaspari contrapõe em seu espaço na Folha o silêncio dos generais de outrora com os ruídos dos generais atuais, todos na reserva, que fazem parte do governo de Jair Bolsonaro, especialmente o vice Hamilton Mourão. “Castello Branco só falou em março de 1964, dias antes da deposição do presidente João Goulart. Emílio Médici foi o silêncio da orquestra e chegou à Presidência sem dizer uma palavra fora das reuniões de generais. Os irmãos Geisel, Orlando e Ernesto, nunca falaram”, escreve.

O jornalista alerta que a incontinência verbal dos nossos generais da reserva hoje em cargos civis – Mourão falou à piauí, por exemplo, que votara na candidata Leila do Vôlei para senadora porque ela é gostosa – “estimula a anarquia”.

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