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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Falta estrutura à Justiça Eleitoral

Vera Magalhães

Ainda como consequência da decisão do STF de jogar para Justiça Eleitoral o processamento de crimes conexos aos crimes eleitorais, o jornal O Globo traz neste domingo reportagem mostrando a falta de estrutura do Ministério Público Eleitoral e dos TREs e TSE em comparação com a da Lava Jato, por exemplo. Em Curitiba, a operação mais notória do País no combate à corrupção tem 15 procuradores, 11 policiais federais e 30 assessores atuando nos casos, a maioria de maneira exclusiva. Há ainda uma Vara inteira dedicada à Lava Jato, a 13ª Vara da Justiça Federal, que era de Sérgio Moro. Já Para  a maior zona eleitoral tem apenas quatro servidores concursados (dois analistas judiciários e dois técnicos), além de um estagiário e outros dois funcionários. No Rio, cada promotor eleitoral tem um assessor jurídico, além de poucos servidores.