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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Fetiche pelos ministérios

Equipe BR Político

Os dois lados do atual tabuleiro político parecem ter criado uma espécie de “fetiche” com os ministérios. Para Hélio Schwartsman, na Folha deste sábado, é preciso “cuidado para que nossos fetiches ministeriais não ocupem um espaço muito maior do que deveriam, tornando-se patológicos”.

“O ativista de direitos humanos ou a militante feminista, por exemplo, acabam elegendo a criação do Ministério de Direitos Humanos ou do Ministério da Mulher como objetivo preferencial de sua atuação. E, uma vez atingida a meta, passam a considerar uma eventual extinção da pasta como a negação dos próprios direitos humanos ou da agenda feminista”, afirma Schwartsman. “A obsessão de Bolsonaro em reduzir drasticamente o número de ministérios também é só um símbolo —a vontade de dizer que ele abraça a tese do Estado mínimo. Seu impacto real em termos de redução de gastos é bastante modesto.”

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