Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Marcelo de Moraes

Fiocruz também nega pedido de compra de vacina pelo TST

Equipe BR Político

Exclusivo para assinantes

Não foram só o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) que tentaram reservar vacinas para seus servidores, como revelado pelo Estadão. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) também fez um pedido de compra de vacinas contra a covid-19 à Fiocruz, que negou prontamente pelo fato de a distribuição de imunizantes ser de responsabilidade do Ministério da Saúde e do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Assinado pela presidente do tribunal, Maria Cristina Peduzzi, o pedido do TST foi para 8 mil vacinas, mais que as 7 mil pedidas pelo STF.

“A Fiocruz, como uma instituição estratégica do Estado brasileiro, visa garantir a produção nacional da vacina contra a covid-19 para a população brasileira, pelo SUS, e atender à demanda do PNI. A produção dessas vacinas será, portanto, integralmente destinada ao Ministério da Saúde”, afirmou a entidade, reporta Rafael Moraes Moura, do Estadão.

O TST alega que procurou a fundação para a realização de vacinação interna com o objetivo de “colaborar e acelerar o processo de imunização da população”.

De acordo com o TST, a iniciativa segue protocolo já adotado pelo tribunal, que realiza campanhas de vacinação contra a gripe anualmente “a fim de reduzir o contágio da doença no ambiente de trabalho”. Os argumentos do TST são similares aos usados pelo Supremo e pelo STJ para garantir acesso ao imunizante.

“O TST já informou que não pediu prioridade para aquisição de vacinas, apenas manifestou interesse na aquisição dentro das diretrizes dos planos de vacinação”, informou o tribunal à reportagem.

Tudo o que sabemos sobre:

FiocruzvacinatstSTFSTJ