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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Forças Armadas já produziram 1,2 milhão de comprimidos de cloroquina

Gustavo Zucchi

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Desde o dia 14 de abril, as Forças Armadas já produziram mais de 1,2 milhão de comprimidos de cloroquina. O medicamento é o “xodó” de Jair Bolsonaro para o combate ao coronavírus, mesmo sem comprovação científica de sua eficácia. Segundo o Uol, que trouxe os números atualizados do trabalho dos militares, a expectativa é que isso seja ampliado para 1.750 milhão de comprimidos de 150 mg, sendo necessário apenas a chegada de novos insumos.

No dia 21 de março, Bolsonaro deu a sinalização de que mandaria os laboratórios químicos das Forças Armadas intensificarem a produção do medicamento. De lá para cá, diversos estudos mostraram que o composto tem pouca ou nenhuma eficácia na luta do paciente contra a doença. Com um grande estoque da possivelmente ineficaz cloroquina, o presidente insiste que seu uso em estágios iniciais do covid-19 será “salvador” ante o vírus. E faz piada de quem não acredita na droga como um elixir mágico. “Quem é de direita toma cloroquina, quem é de esquerda toma tubaína”, disse Bolsonaro em entrevista nesta semana.

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