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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Governador do Amapá: ‘As discussões ganharam tom exacerbado incomum’

Equipe BR Político

Na próxima terça, os governadores do Norte devem se reunir com representantes do governo para discutir as medidas que devem ser tomadas para conter a crise ambiental na Amazônia. Para o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), o debate sobre o problema subiu demais de tom, “mas, por vezes, estéril”. “Após semana conturbada por conta da situação de queimadas e desmatamentos na Amazônia Legal, as discussões ganharam um tom exacerbado incomum, gerando um debate acalorado, mas, por vezes, estéril, o que só agrava o problema de forma desnecessária”, diz.

“Nós, governadores da região, cientes de nossa responsabilidade, participamos do debate de forma equilibrada e fizemos a voz do povo amazônida ser ouvida. Os países do G7 acabaram de anunciar a decisão de seguir apoiando a Amazônia. Essa ajuda será muito importante no combate ao desmatamento, às queimadas e na defesa de nossas riquezas naturais. Além de assumir uma postura proativa em torno do problema das queimadas e desmatamentos ilegais, todos os interessados em defender a Amazônia devem manter um diálogo permanente sobre a conservação e do desenvolvimento da nossa região. Esse é o desejo de todos nós que aqui vivemos e que trabalhamos, diariamente, em defesa da nossa floresta, da nossa biodiversidade, das nossas riquezas, porque a Amazônia é a nossa vida”, afirmou Waldez. E acrescentou: “Como presidente do Consórcio da Amazônia Legal, posso afirmar que, com todo o nosso esforço nacional e internacional, chegamos ao final da semana com soluções práticas encaminhadas. O Governo Federal vai apoiar os estados amazônidas, como já fez em anos anteriores, quando enfrentamos problemas similares. E os países do G7 seguem com seu importante suporte técnico e financeiro em prol da preservação e reflorestamento”.

 

 

 

 

 

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