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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Guedes diz que pacto não é ‘um quiproquó rápido’

Equipe BR Político

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira, 15, que a discussão a respeito de um novo pacto federativo não será rápida, e que exigirá mais responsabilidade fiscal das administrações estaduais e municipais. “Naturalmente há ansiedade por recursos de Estados e municípios, queremos dar esses recursos. Mas pacto federativo não é só dar recursos para Estados e municípios, tem as despesas. Tem que ter desvinculação, desindexação de recursos, responsabilização de Estados e municípios”, disse. “Está todo mundo achando que é um quiproquó rápido, não é”. No início da semana, o BR18 mostrou que um grupo de senadores quer discutir o pacto antes da votação da reforma da Previdência.

O ministro também afirmou que os Estados cometeram erros de gestão nos últimos anos, e que os Tribunais de Contas Estaduais (TCEs) foram “ou coniventes ou impotentes” para combater esses “abusos”. Guedes insinuou que o novo pacto pode dar poder ao Tribunal de Contas da União (TCU) para interferir nas unidades federativas e municípios, se necessário. “Se TCEs não tiverem compliance, TCU tem que ter algum poder de dizer que está errado. O pacto federativo envolve muitas dimensões, o Supremo, o TCU”, disse, segundo o Broadcast Político.

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