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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Haddad chama caso Itaipu de ‘rachadona’

Equipe BR Político

O caso das negociações suspeitas de venda de energia excedente da usina de Itaipu para uma empresa brasileira ligada ao suplente do Major Olímpio (PSL-SP), a Léros, foi chamado de “rachadona” pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. O ex-presidenciável faz uma adaptação do termo “rachadinha”, que é aplicado quando assessores parlamentares são contratados para repassar parte de seus salários ao político contratante.

Com base em dados do Coaf, o filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-SP), é alvo de um procedimento de investigação criminal no Ministério Público do Rio de Janeiro por suspeita de arrecadar parte do salário de assessores do seu gabinete na Alerj. A Justiça do Rio chegou a decretar a quebra de sigilo bancário e fiscal de Flávio, de seu ex-assessor Fabrício Queiroz e outras 84 pessoas e nove empresas, mas a investigação foi suspensa no mês passado depois que o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, acolheu um pedido da defesa do filho do presidente e decidiu suspender todas as investigações criminais que receberam dados do Coaf sem prévia autorização judicial.

 

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