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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Helder reclama: ‘R$ 87 milhões, acho pouco’

Equipe BR Político

Presente na reunião de governadores da Amazônia Legal com o presidente Jair Bolsonaro, o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), não só defendeu que a região receba recursos do G-7 e de outros países como também propôs um pacote de forças estadual e federal em favor da desenvolvimento sustentável. Helder foi um dos únicos, assim como Flávio Dino (MA), que não choramingaram contra a presença de terras indígenas em seus territórios como, segundo eles, obstáculo para a exploração mineral. O governador de Tocantins, por exemplo, chegou ao limite de dizer que as taxas de suicídio em seu Estado se devem à impossibilidade de o índio ter as mesmas condições de vida do jovem que vive na área urbana. Pior, Helder tocou numa ferida cara ao setor: a grilagem. Sobre a ajuda do G-7, de R$ 87 milhões, disparou: “Acho que é um recurso muito pequeno, inclusive, acho que temos que pedir mais”. Mas relativizou: “Não queremos ficar apagando incêndio. Queremos preventivamente encontrar a solução”. Ele foi chamado de “Jader”, seu pai, duas vezes pelo presidente.

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