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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Heleno como tradutor-mor de Bolsonaro

Equipe BR Político

O presidente Jair Bolsonaro tem vários aliados que atuam como seus corretores ortográficos, mas dentro do Palácio do Planto é o general Augusto Heleno, o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que ocupa o posto máximo de tradutor do chefe, aquele que o “corrige” quando há interpretação equivocada, alegaria, das colocações do presidente. Como lembra o repórter especial Marcelo Godoy, em sua Supercoluna, foi assim no caso dos 80 tiros assassinos de um pai de família, da polêmica sobre a subordinação da democracia às Forças Armadas, dos R$ 24 mil na conta da primeira-dama, faltando ainda ao general a tradução de “qual a lei econômica que autoriza um governo de liberais a vetar a mistura de diesel ao chopp”.

Para quem despreza o posto, Godoy lembra: “Eles podem ser mais do que uma presença; são testemunhas da história, como o tradutor Viktor Sukhorev, que trabalhou para os líderes soviéticos Nikita Kruchev, Leonid Brejnev e Mikhail Gorbachev, esgueirando-se do Degelo à Glasnost”.

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